Perguntas frequentes
O que perguntam antes de se inscrever.
Qual a diferença entre a modalidade online e a modalidade município?
Na modalidade online você faz 15 horas por curso, sozinho, no seu ritmo, e recebe certificado de 15 horas. É o caminho de quem quer se qualificar por conta própria. Na modalidade município, essas mesmas 15 horas viram etapa preparatória obrigatória da equipe e somam-se a 2 dias de oficina presencial na cidade, totalizando 30 horas por curso, para turmas de até 30 servidores. A diferença prática é que na oficina os produtos são construídos ali, com os dados reais da secretaria, sob acompanhamento individualizado.
Com que recurso o município paga a turma fechada?
Com o que já está no Fundo Municipal, na maioria dos casos. Como a turma reúne técnicos do CRAS, do CREAS e das unidades de acolhimento, e não apenas pessoal da gestão, a despesa pode ser vinculada ao cofinanciamento federal dos blocos da proteção social básica e especial, além do IGD-SUAS, do IGD-PBF, do repasse estadual ao FMAS, de emendas parlamentares e da reprogramação de saldos de exercícios anteriores. Um caminho comum é montar a turma com participantes de várias unidades e ratear o custo entre as fontes correspondentes. A seção sobre contratação detalha cada fonte e o passo a passo do processo.
Preciso trabalhar na assistência social para fazer o curso?
Não. O programa é aberto a qualquer pessoa interessada. Ele foi pensado para quem atua no SUAS, mas conselheiros, estudantes, recém-formados, profissionais de outras políticas públicas, servidores de entidades da rede e consultores autônomos fazem parte do público regularmente. O único requisito prático é ter computador com internet e uma conta Google.
É preciso fazer os cursos na ordem?
Não. Cada curso é completo em si e pode ser feito isolado. A sequência existe porque os produtos se encadeiam: os mapas do Curso 1 alimentam o diagnóstico do Curso 2, que define o que será monitorado no Curso 3, e assim por diante. Para quem começa do zero, a ordem rende mais. Para quem já tem diagnóstico pronto, começar pelo Curso 3 ou 4 costuma fazer mais sentido.
Minha equipe não tem familiaridade com tecnologia. Vai conseguir acompanhar?
Sim. O programa foi desenhado para servidores sem formação técnica em informática. A etapa online traz tutoriais em tela, passo a passo, com exercícios guiados e checklist de verificação. Na oficina presencial o acompanhamento é individualizado durante toda a construção dos produtos. O Curso 5, sobre inteligência artificial, declara explicitamente que não exige conhecimento prévio de programação.
O certificado vale para progressão funcional e concurso?
Os certificados registram carga horária, conteúdo programático e período de realização, com código de validação online, no formato aceito para progressão funcional, prova de títulos e comprovação de educação permanente. A validade final depende sempre das regras do plano de carreira ou do edital de cada órgão, que devem ser conferidas antes da inscrição.
Como funciona o pagamento e em quanto tempo recebo o acesso?
Os cursos online são hospedados em plataforma de ensino a distância que responde pela matrícula, pelo pagamento, pela emissão da nota fiscal e pela certificação. Há pagamento no cartão com parcelamento, além de Pix e boleto. O acesso é liberado logo após a confirmação. Nas turmas fechadas contratadas pelo município, o pagamento segue o cronograma definido no instrumento contratual.
A oficina presencial acontece onde, e para quantas pessoas?
No próprio município contratante, em espaço indicado pela secretaria, com projeção, internet e computadores para os participantes. A turma padrão comporta até 30 servidores, número que preserva o acompanhamento individualizado, mas tamanho de turma, calendário e recorte de conteúdo são acordados caso a caso. Municípios vizinhos podem se organizar em turma regional para dividir custos, desde que cada equipe traga a própria base.
Como a LGPD é tratada nos produtos construídos?
Proteção de dados é conteúdo obrigatório e não apêndice. Todos os cursos têm módulo específico sobre a diferença entre dado público institucional e dado sensível, sobre critérios de publicação, sobre consentimento informado na coleta de narrativas e sobre anonimização antes de qualquer uso em ferramenta de inteligência artificial. Cada turma sai com um checklist de adequação aplicado aos próprios produtos.
Qual a diferença entre contratar a formação e contratar a consultoria?
Na formação, a equipe do município constrói os produtos durante as oficinas, com acompanhamento da facilitação. Na consultoria, o trabalho é contínuo ao longo de meses: além da construção dos produtos, entram a redação das normas municipais, a pactuação intersetorial, a definição das rotinas de atualização e o acompanhamento até a função entrar em operação estável. O Pacote Integrado reúne as duas frentes em um único contrato.
O município fica dependente da consultoria depois?
O contrário. Todos os planos preveem transferência explícita de capacidade operacional, e o objetivo declarado é que a equipe opere sozinha ao final. As ferramentas são gratuitas, os produtos ficam em contas do próprio município e as rotinas são documentadas em regimento. O Plano Farol existe para quem quer manter retaguarda técnica por opção, não por dependência.